Entre Janeiro e Março deste ano, morreram 1.214 pessoas em Macau, quase meio milhar devido a doenças do aparelho respiratório, mais de seis vezes o número de pessoas que morreram pelos mesmos motivos em igual período do ano passado. O número de mortos quase duplicou, face aos 610 óbitos registados no primeiro trimestre de 2022
“Na sequência da publicação pelo Estado, a 7 de Dezembro de 2022, da ‘Comunicação sobre a optimização e implementação das medidas de prevenção e controlo da epidemia causada pelo SARS-Cov-2’ (os “dez princípios”), Macau entrou no dia 8 de Dezembro no período de transição, que terminou no dia 8 de Janeiro do corrente ano”, indicaram ontem os Serviços de Saúde, acrescentado que “a vida da população de Macau voltou à normalidade e a sociedade mantém-se estável”.
O director acrescentou que “o Governo da RAEM tem-se mantido em sintonia com as políticas antiepidémicas nacionais, empenhando-se na resposta aos desafios trazidos pela epidemia, salvaguardando a saúde física e mental e a segurança da vida dos residentes.
O comunicado divulgado ontem não menciona que Alvis Lo tenha explicado à comitiva da Comissão Nacional de Saúde que no último mês de Janeiro a mortalidade devido a doenças do aparelho respiratório aumentou quase 1.700 por cento face ao mesmo mês de 2022, nem o recorde de mortalidade registado no ano passado, com particular incidência no mês de Dezembro, no “período de transição”.
Authorities in Macao have told a local Portuguese language newspaper that they are not masking the local pandemic death toll, saying “There is no cover-up of cases of death caused by infection by Covid-19”.
In a report Monday, Hoje Macau said that Macao would have a Covid mortality rate of 0.025 percent, going by the official tally of 121 Covid fatalities, and an estimate that up to 70 percent of the population had been infected with the disease – made in January by Elsie Ao Ieong, the secretary for social affairs and culture.
The rate of 0.025, the paper said, was a “significantly lower percentage compared to other countries and regions” citing mortality rates of 0.38, 0.58, 0.11 and 0.13 percentage points respectively in Japan, Portugal, Singapore and South Korea.
Em Dezembro de 2022 e em Janeiro de 2023, a mortalidade em Macau bateu recordes históricos, tendo sido quatro vezes superior ao habitual. Só as mortes provocadas por doenças do aparelho respiratório, em Janeiro, aumentaram quase 1.700% face ao ano anterior. No entanto, para o Governo não é claro que o aumento recorde do número de óbitos esteja ligado ao fim das restrições pandémicas. Em resposta ao PONTO FINAL, o gabinete da Secretária para os Assuntos Sociais e Cultura diz que “as autoridades de Macau precisam de um longo tempo para poder avaliar, objectivamente, a mortalidade excessiva associada à pandemia”.
Perante a situação catastrófica que se vive na China ["Hundreds of millions of people have been infected in the space of just a few weeks, and many experts now expect the death toll to exceed one million. Chinese social media are being flooded with harrowing accounts of personal loss and images of overwhelmed hospitals. While the exact infection and mortality figures are unclear, the big picture is undeniable: the Chinese people are fighting to survive."], com milhões de infectados, com aviões a chegarem à Europa com doentes de Covid e com eventuais variantes que se desconhecem no ar, aquela eminência da comunidade chinesa em Portugal veio a correr dizer que "se trata de uma medida política", quando é certo que a Organização Mundial de Saúde já se queixou da falta de informação das autoridades chinesas, cujos dados, como aliás se tem visto em inúmeras reportagens, não têm correspondência com a realidade.
Também em Macau, de acordo com os relatos da imprensa com base em informações prestadas pela Câmara de Comércio dos Negociantes Funerários de Macau (a morte e a doença sempre foram bons negócios para alguns), o número de mortos é 10 vezes superior ao normal. Curiosamente, com tantos mortos, o número dos que morrem de Covid é ridículo na China continental e em Macau, o que me leva a pensar que se um indivíduo tiver o azar de ir parar a um hospital com uma unha encravada, lá contrair a infecção e depois falecer, as estatísticas dirão que morreu por causa da unha.
The Macao government yesterday ended the city’s transition period tackling Covid-19, which began on 8 December when it commenced its gradual easing of Covid-19 curbs implicitly allowing constant transmissions of the novel coronavirus in the community.
The Health Bureau has said that Covid-19 has now become an endemic disease in Macao following the termination of an anti-Covid-19 transition period.
Ao PLATAFORMA, um residente local explica que grande parte das pessoas que conhece não publicaram o resultado positivo na declaração de saúde digital. “Simplesmente fiquei em casa. Estava apenas com sintomas leves e não achei necessário declarar o meu resultado. Grande parte das pessoas que conheço fez o mesmo”, diz. Segundo o que o jornal apurou, também vários hotéis deixaram de aceitar reservas até dia 10 de janeiro, dada a falta de recursos humanos. “Não temos capacidade para servir os clientes agora que mais de metade dos funcionários está de baixa devido à Covid-19. No meu departamento sou a única que se apresentou ao trabalho esta semana”, revela uma trabalhadora ligada a uma das concessionárias. No Centro Hospitalar Conde São Januário, uma enfermeira escreveu uma carta anónima na sexta-feira passada a dizer o mesmo: “Já mais de metade dos funcionários das urgências apanhou Covid-19”. Um virologista contactado pelo PLATAFORMA alerta para o perigo que advém da falta de estatísticas fidedignas. “É muito importante para os serviços de saúde terem conhecimento do número real de infeções, para que possam preparar os recursos médicos”, começa por dizer Jacky Cheong. Na sua opinião, mesmo que a população não divulgue na plataforma digital que está infetada com o vírus, através do processo de amostragem o Governo pode estabelecer uma proporção.
“O Governo pode proceder à testagem dos funcionários públicos para determinar a proporção dos infetados. Hong Kong tem um processo mais avançado, pois testam a água dos edifícios e se encontrarem vestígios virais procedem a uma inspeção obrigatória. Quanto mais dados se conseguir recolher, mais precisa será a estimativa. Neste processo, é importante determinar a eficácia do modelo em si”, explica. As autoridades avançaram a 23 de dezembro que 25 por cento do pessoal médico do São Januário estava com Covid-19. Mas uma carta enviada na sexta-feira por uma enfermeira à imprensa e a um deputado da Assembleia Legislativa refuta essa realidade, alegando que mais de metade dos trabalhadores nas urgências do hospital não se puderam apresentar ao serviço, devido a infeção por Covid-19.
A antiga deputada e académica Agnes Lam alertou para o facto de que apesar da primeira vaga de infecções comunitárias ter passado a “luta contra a covid-19” ainda só está no início e há muito para fazer. O alerta foi deixado por Agnes Lam em declarações jornal ao Exmoo, em que definiu as últimas duas semanas como “caóticas”.
Segundo a antiga legisladora, nesta fase, os infectados da primeira vaga de covid-19 começaram a recuperar e a voltar ao trabalho, como aconteceu nas regiões vizinhas. Contudo, esta é apenas a primeira de várias vagas que se devem seguir nos próximos meses, pelo que a académica apela ao Governo para lidar melhor com os vários problemas que irão surgir. “Espero que o Governo possa rever as insuficiências detectadas nesta primeira vaga, para garantir que a população está preparada de forma adequada para os surtos seguintes”, pode ler-se no artigo.
OCentro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo deCoronavírusafirmou que, foram diagnosticados, no dia 25 de Dezembro, 34 casos confirmados da COVID-19 em Macau e todos eles foram encaminhados para as instalações de isolamento e tratamento dos Serviços de Saúde. Por outro lado, morreram duas (2) pessoas vítimascom doenças comunsda COVID-19 no dia 25de Dezembro,umadosexo masculinoeoutra dosexofeminino, comidade de72e76anosrespectivamente, eumadelastinha sido vacinada comtrês(3) dosesda vacina contra a COVID-19e a outracom quatro (4) doses.
https://www.gov.mo/pt/noticias/646183/
dez22
MORTES POR COVID-19 NÃO SÃO CONTABILIZADAS
Salienta também que muitos dos doentes encaminhados para o posto médico provisório da Nave Desportiva dos Jogos da Ásia Oriental de Macau são na sua maioria idosos. E que estes são mais facilmente diagnosticados como “morte natural” no caso de não haver profissionais suficientes para fazer a triagem.
O Governo estima que uma em cada seis pessoas, um sexto da população da RAEM - mais de 115 mil pessoas - tenham já sido infectadas com o vírus da COVID-19 na corrente vaga.
Ontem, a secretária para os Assuntos Sociais e Cultura garantiu que o Governo não está a esconder nem a manipular as estatísticas.
Elsie Ao Ieong diz que as contas são difíceis de fazer, e baseiam-se em estimativas, não havendo, por isso, números exactos.
A secretária revelou que um quarto do pessoal dos Serviços de Saúde foi infectado, mas considerou que a situação actual “não é um grande surto epidémico, estando dentro das previsões” e que a taxa de utilização das camas reservadas aos infectados com COVID-19 ainda não chega aos 40 por cento, nem à linha considerada de alerta.
https://www.tdm.com.mo/pt/news-detail/784820
dez22
O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus afirmou que, foram diagnosticados, no dia 22 de Dezembro, 32 casos confirmados da COVID-19 em Macau e todos eles foram encaminhados para as instalações de isolamento e tratamento dos Serviços de Saúde. Por outro lado, morreu uma (1) pessoa com doenças crónicas vítima da COVID-19 no dia 22 de Dezembro, do sexo feminino, com 84 anos, e tinha sido vacinada com uma (1) dose da vacina contra a COVID-19.
https://www.gov.mo/pt/noticias/646053/
dez22
Na opinião das autoridades de saúde, a divulgação do número total de infectados com Covid-19 na comunidade pode confundir a população e fazer com que as pessoas pensem que o pico da pandemia já passou. Além disso, Alvis Lo admitiu que actualmente é difícil apurar o número real dos infectados. O director dos Serviços de Saúde reiterou que o pico de infecções deverá ser atingido dentro de uma ou duas semanas. As autoridades informaram também que, actualmente, 10% do pessoal médico está infectado e 90% dos lares registam infecções de utentes e funcionários.
As autoridades de saúde devem continuar a divulgar o número de casos infectados, com vista à transparência das informações epidémicas, e devem também simplificar o processo de triagem e consulta dos doentes, particularmente das pessoas de alto risco e com doenças graves, defendeu o deputado Ron Lam numa interpelação escrita apresentada à Assembleia Legislativa.
O deputado considera que o facto de o Governo ter deixado de publicar os casos positivos está a “dificultar a avaliação da situação da pandemia por parte da sociedade e dos profissionais médicos, sendo mais provável que a falta de transparência nas informações cause pânico público”.
Ao contrário do que fez durante três anos, o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus anunciou na passada quinta-feira que já não vai divulgar mais os dados das infecções assintomáticas, sendo apenas feita a divulgação dos casos sintomáticos. Macau passa a adoptar este método ao seguir a Comissão Nacional de Saúde, do interior da China, que justificou a medida com o facto de “as medidas actuais de teste de ácido nucleico para a Covid-19 serem de carácter voluntário”, fazendo com que “muitos assintomáticos não participem nos testes de ácido nucleico, por essa razão torna-se impossível apurar com precisão o número real de infecções assintomáticas”.
The Macau government forecasts the city’s 2024 “income” from casino gaming will be “MOP200 billion” (US$24.8 billion), said on Friday the city’s Chief Executive (CE), Ho Iat Seng. He was speaking (pictured) at an afternoon question-and-answer session at Macau’s Legislative Assembly.
The estimate is in the budget plan that the government is currently preparing for the next fiscal year, he added.
Elsie Ao Ieong, secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, esteve presente na 76.ª Assembleia Mundial da Saúde, que tem como tema: “75.º aniversário da Organização Mundial de Saúde: salvar vidas, promover a saúde para todos”, que se realizou no domingo, em Genebra, na Suíça.
Durante o evento, a secretária teve um encontro com o subdirector da Comissão Nacional de Saúde, Cao Xuetao, e com o embaixador chinês junto ao escritório das Nações Unidas em Genebra e outras organizações internacionais na Suíça, Chen Xu.
Na ocasião, a secretária apontou que, durante a epidemia, as políticas antiepidémicas de Macau estiveram em linha com as do interior da China, e os trabalhos de combate à epidemia obtiveram “resultados muito positivos”.
Meses depois da reabertura da cidade e o remover das restrições pandémicas, são vários os residentes que continuam a usar máscara. Conforto, incerteza e receio pela saúde são algumas das razões dadas pelo departamento de psicologia da Universidade de São José
“Com base na minha experiência e em algumas conversas que tive com alguns alunos e pessoas, tenho a ideia de que em algumas pessoas isto pode estar relacionado com o sentido de ‘eu’,” diz ao PLATAFORMA o Chefe do Departamento de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de São José, o Professor Vitor Teixeira.
“Após três anos a usar máscara algumas pessoas podem sentir-se “nuas ou expostas”, e é possível que não saibam quem são em público sem a máscara”.
O abrandamento da situação epidémica não significa que a Covid-19 tenha terminado em Macau, defendeu o director dos Serviços de Saúde. Alvis Lo revelou ontem que a percentagem de infecção é de 0,5% entre os pacientes que recorrem ao médico, prevendo que existam pequenos surtos periódicos no futuro, com a diminuição gradual de imunidade contra a Covid-19 entre a população. Assim, o médico apontou que não há pressa em revogar os actuais programas de fornecimento de máscaras e de testes rápidos, e apelou para a administração da vacina de reforço.
Em Janeiro deste ano registaram-se 798 óbitos, ou seja, quase o quádruplo do normal. Em Janeiro de 2022, por exemplo, registaram-se 206 mortos. Os dados constam do Boletim Mensal de Estatística publicado pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).Em Janeiro deste ano, morreram 466 pessoas com idade superior ou igual a 80 anos, sendo que em Janeiro de 2022 foram apenas 88.
Já em Dezembro de 2022 o número de mortos também foi quase o quádruplo do habitual. Recorde-se de que, há um mês, as autoridades indicaram que o número de mortos em Dezembro do ano passado tinha sido de 773 e agora o número foi revisto em alta para 785.
Segundo os dados da DSEC relativos às causas antecedentes das mortes, em Janeiro deste ano houve 393 mortes provocadas por doenças do aparelho respiratório. Em Janeiro do ano passado, foram apenas 22. Em Janeiro de 2023 houve ainda 171 mortes devido a doenças do aparelho circulatório, 78 devido a tumores e 18 provocadas por causas externas.
Recorde-se de que em 2022 registaram-se um total de 3.004 mortes no território, ou seja, este foi o ano em que se registaram mais óbitos em Macau desde 1970, altura em que são publicados os primeiros dados ofi
Helena de Senna Fernandes revelou que a campanha de oferta de bilhetes de avião para atrair turistas do Continente, Taiwan e países estrangeiros poderá custar ao Governo 600 milhões de patacas. Contudo, não adiantou detalhes sobre a data de lançamento do plano. A directora dos Serviços de Turismo expressou ainda grande satisfação pelo reinício dos voos da AirAsia
Macao economy due to grow by up to 44% this year: University of Macau
In largely upbeat report, researchers predict strong growth in visitor numbers and government revenues of around MOP 60 billion; numbers still lag behind 2019’s results.
Macau’s economy is expected to grow at a double-digit rate for the whole year of 2023 buoyed by the lifting of pandemic restrictions, which will boost the city’s export of services, the Monetary Authority of Macau (AMCM) said in a report.
In 2022, Macau’s economy saw a steep decline amid a sharp shrinkage in service exports, as gross gaming revenue (GGR) fell severely, as AMCM pointed out in its Monetary and Financial Stability Review.
Macau’s gross domestic product (GDP) plunged by 33.4 per cent year on year in the third quarter of the year, after mid-June’s domestic COVID-19 outbreak dried up tourists from across the border.
Os bebés que nascem no hospital público são separados das mães – e dos pais – enquanto a progenitora está em convalescença. Se o parto for normal, o período é de três dias, se for por cesariana, o bebé fica sem ver a mãe por cinco dias. Regras por causa da Covid-19, justifica o hospital. Recém-nascidos ficam assim privados de um dos mais importantes momentos das suas vidas, logo que nascem. Mães consideram a medida desumana e criminosa.
The Macao government yesterday ended the city’s transition period tackling Covid-19, which began on 8 December when it commenced its gradual easing of Covid-19 curbs implicitly allowing constant transmissions of the novel coronavirus in the community.
The Health Bureau has said that Covid-19 has now become an endemic disease in Macao following the termination of an anti-Covid-19 transition period.
Authorities have imposed a cap on the quantity of certain anti-epidemic medicines and supplies to be carried out across the border to leave Macau, starting from Sunday (January 8).
The Chief Executive issued an executive order on Saturday limiting the transport of three types of medications to a quantity of no more than five boxes or bottles of analgesics and antipyretics, cold and flu medicines, antitussives and expectorants. It will also be prohibited to carry more than five boxes of COVID Rapid Antigen Tests.
The move comes as the city’s transition period for COVID-19 control ends on Sunday with inbound and outbound transit rules relaxed, as those entering the SAR coming from the mainland, Hong Kong and Taiwan will no longer be required to present any proof of COVID-19 testing.
Some 250,000 people declared they were infected with COVID-19 as of January 4, but authorities estimate that the share of the local population who actually contracted the virus is likely to have reached 60 to 70 per cent, Secretary for Social Affairs and Culture Elsie Ao Ieong U said.
This means that 400,000 to 470,000 people were probably infected over the past weeks.
Ao Ieong said in a press conference on Thursday that authorities cannot know for sure the exact number of people who were infected as many citizens did not declare it in the Health Bureau’s dedicated platform .
Some 70 per cent of the city’s health professionals caught COVID-19. The same percentage affected the teaching staff, while 50 to 60 per cent of students were infected, the secretary indicated.
The Macau government has announced an official end to quarantine requirements for all nationalities entering Macau as of this Sunday 8 January 2023.
The new measures will not only mean no more nucleic acid test (NAT) requirement for people entering Macau from mainland China – mirroring a similar measure announced by Beijing earlier in the day for entry from Macau – but all nationalities will be allowed to enter Macau without quarantine and all health management measures upon entry into Macau will also be abolished. Foreigners will, however, still be required to take a NAT test shortly before arrival.
Com as grandes filas de doentes nos postos de consulta externa comunitária durante a época de pico das infecções por Covid-19 em Macau, os profissionais médicos tinham de atender, por hora, até 16 pacientes. Tanto a Federação de Médico e Saúde de Macau como o Governo assinalaram que 149 funcionários médicos do sector privado participam nos trabalhos dos postos nas últimas três semanas, tendo servido 40 mil residentes.
As centenas de doentes covid-19 registados em Macau diariamente faz com que o hospital Kiang Wu já não tenha camas disponíveis. Por sua vez, o Centro Hospitalar Conde de São Januário está a receber cerca de 200 ambulâncias por dia no serviço de urgência, mais do dobro face ao número registado no ano passado. A situação não é melhor no Centro Hospitalar Conde de São Januário. À imprensa chinesa, Chang Tam Fei, director substituto do serviço de urgência do hospital público, disse que houve um aumento, em termos anuais, de 200 a 300 doentes, pois cerca de 800 a 1000 doentes registaram-se nas urgências durante este surto.
As urgências do São Januário recebem, em média, 200 ambulâncias por dia com doentes covid, enquanto no mesmo período de 2021 o hospital recebia entre 70 a 80 ambulâncias diariamente, o que representa um crescimento de mais de 100 por cento.
“Os pacientes vão ao médico assim que se sentem doentes, e neste momento os doentes com sintomas ligeiros são imensos. Assim sendo, decidimos criar um posto de testes de ácido nucleico perto do serviço de urgência para podermos acolher estes doentes com sintomas leves. Desta forma podemos desviá-los do serviço de urgência, evitando a acumulação de pessoas”, adiantou Chang Tam Fei.
Kiang Wu Hospital no longer has beds for Covid-19 patients at a time when Macao’s current outbreak has peaked although more serious cases have started to increase.
Hospital Deputy Director Li Peng Bin said that despite the decrease in the number of patients in the private hospital’s emergency room, the number of serious cases has increased in recent days, with young and old people experiencing more serious symptoms, chiefly shortness of breath, TDM reported.
“The emergency room at the hospital is treating roughly 600 patients a day, which is twice as many as a few weeks ago. However, the operation of a hotline [for Covid-19 cases] has relieved the pressure on hospital staff and reduced the number of patients in the emergency room,” said local doctor Ieng Kam Tou.
The Director of the Education and Youth Development Bureau revealed on Tuesday that between 50 and 70 per cent of the students in Macao’s non-tertiary education institutions in Macao had already contracted the coronavirus as of last week.
Kong Chi Meng told TDM that for the teachers and school staff the percentage of infection could even reach 70 per cent but added that the majority are already fit to work.
“We are convinced that by 9 January when schools reopen students and teachers will be in good condition to start the classes,” said Kong.
The director also said that in some cases teachers who are already fully fit could compensate those who are still sick by working longer hours.
Students, teachers and staff returning to school on Monday must all do daily rapid antigen tests (RAT) and upload the results onto their Macao Health Code – only those with negative results will be allowed to enter the campus.
The Education and Youth Development Bureau (DSEDJ) said that this means that everyone with a red health code may not return to school.
Macao tourism officials are highly optimistic about a healthy uptick in visitor numbers after recording 28,100 arrivals on New Year’s Eve.
The Macao Government Tourism Office (MGTO) said that this was the highest number in a single day since National Day on 1 October, the first day of Golden Week holiday.
On Friday, Macao recorded 18,000 visitor arrivals, up 49.2 per cent from the daily average of 12,203 arrivals from 1 to 29 December.
The MGTO said it was a significant increase compared to December’s daily average of 12,000, reflecting visitors’ increased confidence in Macao and the expectation of a steady rise in arrivals during the international New Year and Chinese New Year holidays.
Purchases of flu and cough medicines across Macao have been limited to a box or bottle of analgesic and antipyretic medication, a box or bottle of cold medicine, a box or bottle of cough medicine, as well as 10 rapid antigen test (RAT) kits per person for each purchase, the Pharmaceutical Administration Bureau (ISAF) announced yesterday.
The purchase limit aims to ensure most people in Macao can get enough anti-pandemic drugs, according to the announcement, which was made just as many pharmacies in the city have run out of flu-related medicines, namely analgesic and antipyretic drugs.
These medicine shortages have also become a problem in the neighbouring regions recently
The researchers at the Faculty of Innovation Engineering of the university, said that the raging domestic outbreak of Covid infections had already plateaued after hitting its climax on 23 December, citing recent research that looked into over 2,500 random samples.
According to them, about 70 per cent of the total, or 1,793 samples, were found to have been infected with the novel coronavirus.
The research team believes that the plateau period will last two to three weeks, with the city’s medical systems under strain.
Horas depois de serem levantadas as restrições de viagem no Interior, os turistas inundaram o portal de pesquisa Ctrip.com e Macau foi o destino mais procurado. No entanto, a enchente de turistas pode não se verificar, devido à falta de capacidade no Interior para lidar com a emissão de vistos
Enquanto médicos e enfermeiros se queixam de sobrecarga de recursos e condições indignas de tratamento, oficiais do Governo garantem que o sistema de triagem está a funcionar. Profissionais médicos trabalham sem folgas, 12 horas por dia, e revelam desânimo e tristeza por não conseguirem responder às necessidades mais básicas dos doentes No dia de Natal, Ho Iat Seng visitou o Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) e o Hospital Kiang Wu, acompanhado pela secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Elsie Ao Ieong U e pelo director dos Serviços de Saúde, Alvis Lo. No hospital público, os governantes foram recebidos pelo director da instituição, Kuok Cheong U, que fez uma apresentação do mecanismo de triagem de doentes infectados com covid-19 e como se processam as consultas médicas.
Muitas lojas e restaurantes viram-se obrigados a fechar portas durante a época natalícia, devido ao número de trabalhadores infectados pela covid-19. Tanto na Zona Central, como na Zona Norte e na Taipa a atmosfera festiva foi descrita por residentes e visitantes como “mais fraca” do que no passado
OCentro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo deCoronavírusafirmou que, foram diagnosticados, no dia 25 de Dezembro, 34 casos confirmados da COVID-19 em Macau e todos eles foram encaminhados para as instalações de isolamento e tratamento dos Serviços de Saúde. Por outro lado, morreram duas (2) pessoas vítimascom doenças comunsda COVID-19 no dia 25de Dezembro,umadosexo masculinoeoutra dosexofeminino, comidade de72e76anosrespectivamente, eumadelastinha sido vacinada comtrês(3) dosesda vacina contra a COVID-19e a outracom quatro (4) doses.
https://www.gov.mo/pt/noticias/646183/
dez22
Due to a string of COVID-19 infections among Macau Daily Times staff, we are unable to publish the newspaper tomorrow (Wednesday).
However, MDT website will be updated throughout the day with the latest news. Our company’s situation is one among dozens if not hundreds of businesses, especially SMEs, that were affected by the shortage of staff who were infected during the current Covid outbreak in Macau. Shops, restaurants, bars, hairdressers and beauty salons, law offices, banks, newsrooms, etc. were plainly shut down or reduced their services.
Macao health officials have indicated that the peak of the current Covid-19 outbreak may have passed.
On Monday, the Social Welfare Bureau stated that “according to the numbers of infected staff and users of the homes for the elderly, recovery, and children and young people, as well as employees of the Institute of Social Action, the outbreak of Covid-19 of the present phase has already met its peak, with a decrease in the number of new cases arising per day among staff and users residing in social facilities.” (...)
According to the data made available since 14 December, when authorities started to publish only symptomatic cases, there has been a decrease in the number of cases from a daily peak of almost 100 to just between 30 and 50 in recent days.
However, health workers are still struggling to carry out their tasks while feeling the full forces of the pandemic. Up to 40 per cent of health workers at Kiang Wu Hospital are infected with Covid-19, according to the private hospital’s management.
Profissionais de saúde das urgências do Centro Hospitalar Conde de São Januário descrevem um cenário grave, agora que um terço do serviço já testou positivo à Covid-19. Ao PLATAFORMA, dizem ser impossível contar o número de mortes associadas ao vírus, e contam o drama: “Todo o ambiente hospitalar está cheio de vírus”
O Governo estima que uma em cada seis pessoas, um sexto da população da RAEM - mais de 115 mil pessoas - tenham já sido infectadas com o vírus da COVID-19 na corrente vaga.
Ontem, a secretária para os Assuntos Sociais e Cultura garantiu que o Governo não está a esconder nem a manipular as estatísticas.
Elsie Ao Ieong diz que as contas são difíceis de fazer, e baseiam-se em estimativas, não havendo, por isso, números exactos.
A secretária revelou que um quarto do pessoal dos Serviços de Saúde foi infectado, mas considerou que a situação actual “não é um grande surto epidémico, estando dentro das previsões” e que a taxa de utilização das camas reservadas aos infectados com COVID-19 ainda não chega aos 40 por cento, nem à linha considerada de alerta.
https://www.tdm.com.mo/pt/news-detail/784820
dez22
O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus afirmou que, foram diagnosticados, no dia 22 de Dezembro, 32 casos confirmados da COVID-19 em Macau e todos eles foram encaminhados para as instalações de isolamento e tratamento dos Serviços de Saúde. Por outro lado, morreu uma (1) pessoa com doenças crónicas vítima da COVID-19 no dia 22 de Dezembro, do sexo feminino, com 84 anos, e tinha sido vacinada com uma (1) dose da vacina contra a COVID-19.
https://www.gov.mo/pt/noticias/646053/
dez22
Hoje, após a China ter desistido da política de Covid Zero, uma grande parte da população de Macau está infectada com SARS-CoV-2 ou encontra-se a recuperar da Covid-19. Não há estatísticas que mostrem quantos são, de facto, os infectados, até porque a maioria é assintomática ou sofre de sintomas leves, considerados normais e comuns a outras tantas enfermidades como uma constipação, uma gripe ou uma gastroenterite.
As pessoas circulam a medo pelas ruas. Neste momento, não se vê alma sem máscara na cara. Apesar de ser uma altura festiva em Macau e muitos terem aproveitado a abertura para se deslocarem ao exterior, há muitos comércios, como restaurantes ou lojas a retalho, que estão de portas fechadas. Em condições consideradas normais, comparando com outros anos, inclusive já sob o signo da pandemia de Covid-19, esta é uma altura de fazer negócio.
As autoridades decidiram abolir os códigos vermelhos para quem chega a Macau vindo do estrangeiro, de Hong Kong ou de Taiwan. A partir de hoje, quem chega a Macau fica imediatamente com código amarelo, ou seja, deixa de ser necessário fazer isolamento – quer seja domiciliário quer seja em hotel. O código amarelo indica que o indivíduo deve realizar autogestão de saúde
Covid-19 cases among employees from all walks of life are surging in Macao and some shops are suspending operations due to staff shortages or health concerns.
While some residents are not worried about the current epidemic situation, a business association believes companies should always prioritise the health of employees.
The Federal Association of Macao Small and Medium-sized Enterprises has said that companies and merchants have reported many employee Covid-19 cases in recent days, according to TDM.
“We have received reports about employees getting infected in the office, retail industry and catering industry in the last 10 days,” said Feng Jianfu, the association’s chair.
Macau is cancelling with effect from 00.00 hours on Tuesday (December 20) all inbound quarantine requirements that had been applied to travellers from certain parts of mainland China previously deemed as “high risk” for Covid-19 transmission.
The city’s Novel Coronavirus Response and Coordination Centre also stated in a Monday announcement that everyone arriving in Macau via the mainland would need to show a negative nucleic acid (NAT) test conducted within the last 72 hours, versus 48 hours previously.
The measure covers Macau ID holders and non-Macau ID holders.
Por ocasião das comemorações do 23.º aniversário da RAEM, o Chefe do Executivo afirmou, no seu discurso, que “os tempos mais difíceis” provocados pela pandemia têm vindo a ser superados. “Ultrapassámos o período mais crítico”, declarou Ho Iat Seng.
“Ao longo destes últimos três anos, a volatilidade da pandemia de pneumonia causada pelo novo tipo de coronavírus provocou severos impactos na economia de Macau, na vida e no emprego dos seus residentes. A descida drástica da economia atingiu de forma severa e sem precedentes a vida profissional e quotidiana dos residentes”, reconheceu Ho Iat Seng, mostrando-se, ainda assim, satisfeito com o desempenho do Executivo que lidera: “Ultrapassámos o período mais crítico, em que enfrentámos novos coronavírus altamente patogénicos, nomeadamente o vírus Covid-19 original e sua variante Delta, e vencemos o grave surto de 18 de Junho”.
Notando que a taxa de infecção, de casos graves e de mortes “tem-se mantido, de um modo geral, num nível relativamente baixo”, o Chefe do Executivo indicou que as autoridades têm “envidado os maiores esforços para alcançar o melhor resultado possível na prevenção e controlo da pandemia, consolidando e aperfeiçoando as medidas de prevenção e controlo da pandemia”.
O Chefe do Executivo olhou também para o futuro e adiantou que, no próximo ano, o Governo vai “optimizar as medidas de prevenção epidemiológica de acordo com a evolução pandémica”. Ho salientou que o Governo de Macau continuará a seguir as directrizes do Governo Central, sendo que agora “a ênfase passou da prevenção e controlo de infecção para o tratamento médico, com vista à protecção da saúde da população e à prevenção de casos graves”.
O chefe do Governo de Macau defendeu hoje que o relaxamento da polícia 'zero covid' vai permitir o regresso à normalidade e a recuperação da economia do território. Com o relaxamento progressivo das restrições de circulação de pessoas, a assinatura dos contratos de concessão" de jogos em casino, e com "o desenvolvimento adequado e diversificado da economia" e "o firme apoio da grande Pátria", Macau vai "ultrapassar as dificuldades e criar um novo cenário de desenvolvimento", considerou o líder da região, Ho Iat Seng, por ocasião do 23.º aniversário do estabelecimento da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM).
Macau is cancelling with effect from 00.00 hours on Tuesday (December 20) all inbound quarantine requirements that had been applied to travellers from certain parts of mainland China previously deemed as “high risk” for Covid-19 transmission.
The city’s Novel Coronavirus Response and Coordination Centre also stated in a Monday announcement that everyone arriving in Macau via the mainland would need to show a negative nucleic acid (NAT) test conducted within the last 72 hours, versus 48 hours previously.
The measure covers Macau ID holders and non-Macau ID holders.
Os turistas do Interior que vêm a Macau estão a aproveitar para ser inoculados com a vacina Pfizer-BioNTech, que não está disponível do outro lado da fronteira. A informação foi adiantada ontem pelo jornal Caixin, publicação do Interior especializada em notícias financeiras, numa altura em que no Interior da China a política de zero casos chegou ao fim.
Segundo o relato da publicação, um dos locais mais populares para os turistas acederem à vacina que utiliza a tecnologia mRNA é o Hospital da Universidade de Ciência e Tecnologia e Macau.
O Governo de Macau anunciou esta sexta-feira o fim da obrigatoriedade das quarentenas em hotéis à chegada ao território, alterando uma medida implementada há quase três anos.
A nova regra entra em vigor às 00h de sábado (16h de sexta-feira em Lisboa) e contempla todos aqueles – infetados ou não – que cheguem de Hong Kong, de Taiwan e do exterior, já que quem vinha do interior da China não era obrigado a cumprir observação médica num hotel designado pelas autoridades.
De acordo com um comunicado do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, quem chegar a Macau vai ter de cumprir agora cinco dias de quarentena no domicílio ou no hotel onde escolheu hospedar-se.
Alvis Lo, director dos Serviços de Saúde, está a prever que a situação epidémica atinja o pico do número de casos positivos em três ou quatro semanas, a contar do alívio das restrições. O responsável admitiu que Macau já não tem a política de zero casos como objectivo. Ontem também se registou o falecimento de uma idosa de 80 anos, infectada e não vacinada, este foi o sétimo caso morte relacionado com a Covid-19 em Macau.~
Macau registou na terça-feira a primeira morte de covid-19 desde julho e depois de o Governo ter anunciado o alívio da política de zero casos, disseram esta quarta-feira as autoridades.
A mulher, de 80 anos, não vacinada, tinha um historial de "hipertensão, diabetes, doenças coronárias, doenças cardíacas, entre outras", referiu o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, em comunicado.
O organismo voltou a apelar para a vacinação da população, salientando que "a administração da vacina contra a covid-19 pode reduzir o risco de infeção" e que "o mais importante é reduzir o risco de ocorrência de casos graves e de morte após a infeção".
"Segundo a avaliação do Governo, o número de pessoas infetadas em Macau pode atingir metade ou 80%, por isso, é necessário ajustar e controlar, de forma ordenada, a situação, de modo a não surgir um 'boom' epidémico, disse a deputada Ella Lei Cheng I, questionando o Governo de Ho Iat Seng sobre planos para a nova fase.
A deputada da Federação das Associações dos Operários de Macau lembrou ainda que a taxa de vacinação em Macau é "superior a 90%", mas muitos idosos e crianças ainda não foram vacinados.
"Há que reforçar a promoção e proporcionar facilidades para promover a vacinação dos residentes", sugeriu.
Por outro lado, o representante Leong Sun Iok mostrou-se preocupado com o impacto da "abertura gradual" nos direitos laborais dos trabalhadores do território.
Health officials reported 106 new cases of Covid-19 in Macao on Saturday. Cases included 54 women and 52 men, aged between six and 79; 44 individuals had symptoms while the other 62 were classified as asymptomatic.
Among the 106 Covid-19 cases, seven cases were detected in medical observation hotels and hospitals and found to be under control; 99 cases were detected in the community, including 30 by antigen self-tests, 54 found by nucleic acid tests (NAT) with mixed samples carried out in Macao, three by NATs with mixed samples carried out in Zhuhai, and 12 by close contact.
In addition, 24 of them are cases imported from mainland China, 13 are related to the imported case, and 69 whose sources are being investigated.
From 28 November to 10 December, 337 people infected with Covid-19 were registered by the Novel Coronavirus Response and Coordination Centre.
A China está a ser acusada de controlar o que é e não é publicado sobre as origens da covid-19. Que se passou ao certo? De um mês para o outro, um artigo científico que tinha por base a análise de amostras de SARS-CoV-2 datadas de dezembro de 2019 aparece corrigido. Afinal as amostras são de janeiro de 2020. As autoridades chinesas querem controlar a narrativa sobre a pandemia já há estudos científicos modificados ou retirados da internet a mando do regime comunista. Ao mesmo tempo, a China é uma ajuda consistente ao Sul Global, onde os Estados Unidos e a Europa não estão a investir. Que peso tem a “diplomacia da saúde” na nova estratégia de Xi Jinping?
As unprecedented protests against China’s zero-COVID policies escalated in November, Li Qiang, the man recently elevated to No.2 on the ruling Communist Party’s Politburo Standing Committee, seized the moment.
Top Chinese officials and medical experts had been quietly formulating plans over the preceding weeks to dismantle President Xi Jinping’s zero-COVID strategy and gradually reopen the country towards the end of 2022, with the aim of declaring a return to normality in March, four people with knowledge of the matter told Reuters.
Li, who is set to be named the country’s new premier this month, took a more urgent view.
He abruptly drove a decision to activate the reopening plans sooner than intended, in an effort to contain the economic toll of the zero-COVID campaign and protests that had rattled the leadership, said the four people and another person with knowledge of the matter. The upshot was a chaotic reopening in December, when China suddenly ended lockdowns, mass testing and other restrictions.
A China declarou que teve uma “vitória importante e decisiva” no tratamento do surto de Covid-19 que passou pelo país nos últimos meses, após um relaxamento abrupto de sua política de “Covid zero” no final do ano passado.
O principal órgão de decisão do Partido Comunista fez a avaliação durante uma reunião a portas fechadas na quinta-feira (16) presidida pelo líder chinês Xi Jinping, no mais recente sinal de que o país está tentando minimizar as consequências políticas da doença.
A política de anos gerou descontentamento generalizado – incluindo raros protestos em todo o país – antes de ser descartada em dezembro, em meio ao aumento dos custos econômicos, em uma decisão que pegou o público desprevenido.
Cerca de 80% da população chinesa esteve infectada com o vírus SARS-CoV-2 desde o início de Dezembro, altura em que as autoridades levantaram as restrições sanitárias, de acordo com os dados oficiais do Governo de Pequim.
jan23
A possibilidade de uma nova onda de Covid-19 na China nos próximos dois ou três meses é improvável, pois 80% das pessoas foram infectadas, disse um proeminente cientista do governo no sábado.O movimento de pessoas viajando durante o período de férias de ano novo lunar pode espalhar o vírus, aumentando as infecções em algumas áreas, mas é improvável uma segunda onda de Covid-19 no curto prazo, escreveu nas redes sociais Wu Zunyou, epidemiologista-chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China.
A China informou neste sábado (14) que registrou quase 60 mil mortes relacionadas à Covid-19 em pouco mais de um mês, o primeiro grande número de mortes publicado pelo governo desde que flexibilizou suas rígidas medidas sanitárias em dezembro. "Um total de 59.938" mortes relacionadas com a covid-19 foram registradas "entre 8 de dezembro de 2022 e 12 de janeiro de 2023", disse Jiao Yahui, chefe do gabinete de administração médica da Comissão Nacional de Saúde.
Às vésperas do feriado do Ano Novo Lunar, país asiático permitiu a entrada de visitantes internacionais pela primeira vez desde março de 2020, abandonando de vez a política de "covid zero".
A China suspendeu ou fechou as contas de mídia social de mais de mil críticos das políticas do governo em relação ao surto de Covid-19, enquanto o país se move para reverter as severas restrições adotadas pela política de tolerância zero contra a doença.
A popular plataforma de mídia social Sina Weibo disse que abordou 12.854 violações, incluindo ataques a especialistas, acadêmicos e trabalhadores médicos, e emitiu proibições temporárias ou permanentes em 1.120 contas.
O governo confiou amplamente na comunidade médica para justificar seus rígidos bloqueios, medidas de quarentena e testes em massa, quase todos abandonados abruptamente no mês passado, levando a um aumento de novos casos que levaram os recursos médicos ao limite. O partido não permite críticas diretas e impõe limites estritos à liberdade de expressão.
O governo da China prometeu uma “vitória final” contra a covid em um editorial publicado nesta 4ª feira (4.jan.2023) no jornal “Diário do Povo”, comandado pelo PCCh (Partido Comunista Chinês), no momento em que o país passa por um novo surto da doença iniciado em dezembro. “A China e o povo chinês certamente obterão a vitória final contra a epidemia”, diz um dos trechos do editorial, publicado com o título “A Bolha do Preconceito versus a Luz da Esperança na Luta da China contra a Covid”....
“A China tem partilhado informações e dados sobre a Covid-19 com responsabilidade. A comunidade internacional deve evitar politizar a pandemia”, disse a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros Mao Ning, em conferência de imprensa.
Mi Feng, porta-voz da Comissão Nacional de Saúde da China, disse também na terça-feira que, “desde o início da pandemia, há três anos, a China manteve sempre uma atitude aberta e transparente e intercâmbios pragmáticos”, e que “cooperou com a OMS [Organização Mundial da Saúde] e os países e regiões de todo o mundo”.
“A China realizou duas reuniões de intercâmbio técnico com a OMS, onde houve discussões aprofundadas sobre a situação da pandemia, tratamento médico, vacinação e outras questões. A China está disposta a manter a solidariedade e a cooperação com a comunidade internacional, incluindo a OMS, para ajudar o mundo a pôr fim à pandemia o mais rápido possível”, acrescentou, citado pela imprensa local.
A OMS está preocupada com o descontrolo da covid-19 na China. A União Europeia disse estar disponível para oferecer vacinas, mas Pequim recusou e ameaçou retaliar contra os países que impõem restrições aos voos da China.
According to a recent Apollo News report, China is the world’s largest manufacturer of fever medication. About 50% of the global supply of paracetamol and ibuprofen comes from the country.
Since the easing of the stringent “zero-COVID” policy following nationwide protests, China has shown signs of running out of these drugs.
Apollo pointed out several different factors that have led to China’s current severe supply shortage.
Xi Jinping anuncia "nova fase" no combate à Covid-19 na China e diz que é "natural" haver diferentes opiniões no país
“No presente, a prevenção e controlo da epidemia está a entrar numa nova fase”, disse Xi, segundo a agência Reuters. “Ainda é um tempo de luta, toda a gente está a perseverar e a trabalhar no duro, e a aurora está adiante.” O discurso foi feito na reunião de Ano Novo do Comité Nacional da Conferência Política Consultiva do Povo Chinês — o Ano Novo chinês, porém, só se celebra a 23 de janeiro.
O discurso foi emitido este sábado, um dia depois de Xi ter feito as suas primeiras declarações públicas sobre a mudança de estratégia das autoridades chinesas no combate ao vírus. Nas últimas semanas, Pequim relaxou a sua política de “tolerância zero” à Covid-19, na sequência de fortes protestos populares em várias cidades chinesas.
Na sexta-feira, Xi Jinping admitiu que a China adaptou a estratégia “à luz da situação em evolução”. “Com esforços extraordinários, prevalecemos sobre dificuldades sem precedentes e desafios, e não foi uma jornada fácil para ninguém”, admitiu o Presidente — um “reconhecimento raro” da dureza da política até aqui adotada de confinamentos obrigatórios, como classifica a agência Bloomberg.
No discurso deste sábado, o Presidente chinês foi ainda mais longe ao referir-se subtilmente aos protestos de que foi alvo, dizendo que “é apenas natural” que num país com tantos habitantes (1,4 mil milhões de pessoas) haja “diferentes visões”. “O que importa é que construamos um consenso através da comunicação e da consulta”, decretou Xi.
Curiosamente, depois de tudo aquilo que as autoridades chinesas fizeram, e das limitações que impuseram às suas próprias populações, aos residentes estrangeiros e a todos os nacionais de outros países que queriam entrar no país, até por razões humanitárias, veio o porta-voz do MNE chinês, Wang Wenbin, naquele estilo e com o adorável tom a que já nos habituou, com a maior desfaçatez deste mundo, dizer que, "para todos os países, as medidas de resposta à COVID têm de ser baseadas na ciência e proporcionais, e aplicar-se igualmente às pessoas de todos os países sem afectar as viagens normais e o intercâmbio e cooperação entre as pessoas", esperando que "todas as partes sigam uma abordagem de resposta baseada na ciência e trabalhem em conjunto para assegurar viagens transfronteiriças seguras, manter estáveis as cadeias industriais e de fornecimento globais, e contribuir para a solidariedade global contra a COVID e a recuperação económica mundial".
Após anos a manter uma estrita política de covid-zero, o governo chinês ficara prisioneiro dela. Havia vários motivos para essa estratégia. Desde logo, as baixas taxas de vacinação da população mais idosa (80 milhões de pessoas com 80+ anos não estão vacinadas e 44% da população não recebeu a terceira toma, subindo esta percentagem para 60% nas pessoas com 80+ anos). E, apesar de estudos em Hong Kong comparando a CoronaVac com a vacina da BioNTech não serem conclusivos, o governo chinês não parecia ter muita confiança no grau de imunidade das vacinas chinesas; pelo que receava claramente um significativo aumento do número de decessos (mais de um milhão de pessoas mortas no curto prazo) e um enorme número de internamentos de doentes com covid que pudesse congestionar os hospitais (o número de camas em UCI de hospitais chineses é baixo, <4/100 000 habitantes). Apesar de a OMS ter declarado publicamente que a política de covid-zero é "insustentável", o certo é que no Estado-Partido chinês, até ao 20.º Congresso do PCC, em outubro deste ano, a prioridade política era o "primado da estabilidade". (...) Esta mudança de política contém importantes ensinamentos. No Estado-Partido chinês, todos os dirigentes - seja a nível estatal, provincial ou de empresas públicas - sabem que a gestão por eles feita que acarrete instabilidade social, máxime disrupção da ordem pública, tem consequências sérias para os respetivos dirigentes. Neste caso, tendo as manifestações ocorrido de forma espontânea em inúmeras cidades da China, era evidente que a responsabilidade não era de autoridades locais ou provinciais. Em relação a uma política única no mundo e que começava a merecer forte reprovação e contestação interna, a liderança do PCC foi obrigada a reagir, alterando completamente essa política para preservar a estabilidade política e social e evitar perder a autoridade.
China will scrap quarantine measures for overseas arrivals starting January 8, health authorities announced Monday, after nearly three years of strict pandemic border restrictions.
The National Health Commission announced the downgraded containment measures for Covid-19 in an online notice, adding that travellers would only need a negative PCR test to enter China.
“According to the national health quarantine law, infectious disease quarantine measures will no longer be taken against inbound travellers and goods,” the National Health Commission (NHC) said.
Quase 37 milhões de pessoas na China podem ter sido infectadas pelo SARS-CoV-2 (o vírus causador da Covid-19) em um único dia nesta semana.
O dado foi divulgado pelo site norte-americano Bloomberg News, nesta sexta-feira (23), citando estimativas da principal agência de saúde do governo chinês, a Comissão Nacional de Saúde de China.
Quase 250 milhões de pessoas na China podem ter contraído o Covid-19 nos primeiros 20 dias de dezembro, de acordo com uma estimativa interna das principais autoridades de saúde do país, informou a Bloomberg News e o Financial Times na sexta-feira.
Se correta, a estimativa – que a CNN não pode confirmar de forma independente – representaria cerca de 18% dos 1,4 bilhão de habitantes do país e seria o maior surto de Covid-19 até hoje em todo o mundo.
Os números citados foram apresentados durante uma reunião interna da Comissão Nacional de Saúde da China (NHC) na quarta-feira (21), de acordo com ambos os veículos – que citaram fontes familiarizadas com o assunto ou envolvidas nas discussões.
O resumo do NHC da reunião disse que se aprofundou no tratamento de pacientes afetados pelo novo surto.
Na sexta-feira (23), uma cópia do que supostamente eram as notas da reunião do NHC circulou nas redes sociais chinesas e foi vista pela CNN; a autenticidade do documento não foi verificada e o NHC não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
O infectologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Julio Croda, disse à CNN nesta sexta-feira (23) que “não houve uma vacinação adequada. Há baixas coberturas principalmente em idosos de doses de reforço. A China não utilizou vacinas mais adequadas para essa população, as vacinas de RNA.”
Croda explica também que não houve abertura de novos leitos hospitalares de terapia intensiva no país. “Fica claro que por conta das baixas coberturas, principalmente na dose de reforço, no contexto de uma nova variante, subvariante da Ômicron, e sem leitos suficientes, é uma tragédia anunciada.”
A China assegurou que sempre informou a Organização Mundial de Saúde (OMS) de “forma atempada, aberta e transparente” sobre a covid-19, em resposta a preocupações manifestadas pelo respetivo diretor-geral sobre a pandemia no país.
Mais de 5 mil pessoas provavelmente estão morrendo todos os dias de Covid-19 na China, estimou a empresa de dados de saúde Airfinity. A avaliação diverge bastante dos dados oficiais, que relatam 1.800 relatam 1.800 casos e apenas sete mortes oficiais na semana passada.
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/saude/covid-mais-de-5-mil-pessoas-estao-morrendo-por-dia-na-china-diz-estudo/
dez22
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta quarta-feira (21) que está “muito preocupado” com a situação da pandemia de Covid-19 na China.
“A OMS está muito preocupada com a evolução da situação na China. Para efetuar uma avaliação completa do risco da situação, a OMS precisa de informações mais detalhadas sobre a gravidade da situação, como os números das internações hospitalares e a necessidade do uso de unidades de terapia intensiva”, disse durante coletiva em Genebra, na Suíça.
Vários crematórios chineses admitiram estar sobrecarregados devido a uma onda de casos de covid-19, apesar de o número oficial de mortos divulgado pelas autoridades ser reduzido, noticiou hoje a agência francesa AFP.
A China comunicou esta segunda-feira a morte de duas pessoas por covid-19, oficialmente as primeiras registadas devido a esta doença desde o abrandamento das restrições sanitárias, enquanto hospitais e crematórios são esmagados por uma onda de casos sem precedentes.
s ruas das principais cidades chinesas estavam silenciosas neste domingo, com as pessoas ficando em casa para se proteger do aumento nos casos de Covid-19 que atingiu centros urbanos.
A China está na primeira de três ondas esperadas de casos de Covid neste inverno, segundo o epidemiologista-chefe do país, Wu Zunyou. Outras ondas virão à medida que as pessoas seguem a tradição de retornar em massa às suas áreas de origem para o feriado do Ano Novo Lunar no próximo mês, disse ele.
A China não relatou nenhuma morte por Covid desde 7 de dezembro, quando encerrou abruptamente a maioria das restrições importantes para uma política de tolerância zero após protestos públicos sem precedentes.
China não notifica mortes por Covid há 12 dias, mas há evidências de que doença tem se agravado no país
Na quarta-feira, o governo disse que pararia de relatar casos assintomáticos, pois eles se tornaram impossíveis de rastrear —os testes em massa não são mais necessários.
Thankfully, over the past week or so it has become patently obvious that mainland China (and, by extension, Macau) has done a complete 180, with covid-zero being abruptly dismantled step by step. We are not there quite yet, but the writing is on the wall. All of Macau is gleefully awaiting the demise of the despised Macau 5+3 day quarantine and self health management for arrivals to the SAR, but the sense on the ground is that this is just a matter of time, and hopefully not much of it!
Experts have expressed widespread shock at the speed with which China appears to have shelved its controversial COVID-zero policy, according to a report by Bloomberg, with the country’s new COVID policy described as “let it rip”.
Just weeks after protests rocked the mainland in response to the harsh lockdowns being imposed amid rising COVID cases, Beijing has significantly wound back its COVID-zero response with most internal restrictions removed and many testing facilities dismantled.
It was also reported Wednesday that health officials will no longer report on asymptomatic case numbers with the National Health Commission stating, “It is impossible to accurately grasp the actual number of asymptomatic infections.”
While there have long been calls for China to ease its COVID-zero policies, the speed in which they have done so and resulting surge in cases and hospitalizations in major centers like Beijing has taken many by surprise.
“Logic doesn’t seem to apply here,” saidBloomberg Intelligence’s chief pharmaceutical analyst Sam Fazeli, adding that China’s attitude now appears to be, “there’s not so much we can do, we’ve done the best we can. We’ve got the blueprint for what the West did and what happened, so let’s just let it rip – which is what I think is going on.”
Mainland Chinese residents have recently swarmed Macau to be inoculated against Covid-19 with BioNTech’s mRNA vaccines, with those reserved for local residents already fully booked at the time of writing.
As reported by mainland media outlet Caixin, the surging demand from across the border began early this month. A vaccination worker was quoted as saying that “the number shot up from ‘a couple of people to over 100 daily’, and the vaccination stations are basically ‘overstretched’.”
A check conducted by MNA this morning showed that only Sinopharm jabs were still available for booking at the majority of the vaccination facilities on the government’s Covid-19 Vaccination Appointment System website, a inoculation programme for local residents.
A China anunciou nesta segunda-feira, 12, a intenção de parar de usar um aplicativo de rastreamento de pessoas infectadas com o coronavírus. Lançada em março de 2020, a plataforma, que usava dados de três operadoras telefônicas, registrava todos os países ou regiões visitadas na última quinzena, além de todas as cidades chinesas onde a pessoa tivesse ficado mais de 14 horas.
Avaga de Covid-19 está a “propagar-se rapidamente” na China, alertou um epidemiologista conselheiro do Governo, na sequência da decisão da tutela de abandonar a estratégia de “covid zero”. “Atualmente, a epidemia na China (…) está a alastrar rapidamente e, nestas circunstâncias, por mais forte que sejam a prevenção e o controlo, será difícil cortar completamente a cadeia de transmissão”, afirmou, em entrevista aos meios de comunicação estatais chineses, um dos principais conselheiros do Governo desde o inicio da pandemia.
“As atuais sub variantes da Omicron … são altamente contagiosas … uma pessoa pode transmitir a 22 pessoas”, acrescentou Zhong. https://eco.sapo.pt/2022/12/11/covid-19-esta-a-propagar-se-rapidamente-na-china-apos-alivio-de-restricoes/
dez22
Um milhão de chineses poderão morrer por covid-19, durante os próximos meses de inverno, à medida que a China põe fim à política de 'zero casos', segundo um modelo elaborado pela consultora Wigram Capital Advisors.
A China está suspendendo suas medidas contra covid mais severas — incluindo forçar pessoas a ir para campos de quarentena — apenas uma semana após protestos históricos contra os controles rígidos impostos pelo governo comunista decorrentes de sua política de 'covid zero'.
Infectados com a doença podem agora se isolar em casa, em vez de nas instalações do Estado, se apresentarem sintomas leves ou inexistentes.
Também não precisam mais apresentar diagnósticos negativos para entrar na maioria dos locais e podem viajar com mais liberdade dentro do país.
Nas redes sociais, chineses expressaram alívio, mas também preocupação com as mudanças repentinas.