Monday, July 6, 2026

COVID-19 cases surge as health chief calls for early vaccination

 jul26

The latest data shows that the positive rate for COVID-19 tests among recent patients seeking medical consultation for fever and respiratory symptoms has reached 25 per cent, Health Bureau director Alvis Lo Iek Long said as quoted by public broadcaster TDM.

This indicates that the virus is already at a relatively high level, while the positive rate for influenza virus tests stands at 15 per cent, which sits right on the warning line.

Lo noted that although it is not currently the influenza vaccination season, the COVID-19 vaccine remains available for administration. He called on the elderly, young children, frail individuals, and other high-risk groups to get vaccinated early to strengthen their personal protection.

Lo also urged citizens who develop respiratory symptoms or a fever to seek medical attention promptly, wear masks in public places, and get plenty of rest to prevent the spread of the virus. He advised the public to maintain regular exercise, a balanced diet, and adequate sleep to enhance their immunity.


https://macaubusiness.com/covid-19-infections-at-a-high-level-as-health-bureau-urges-precautions/

Thursday, June 18, 2026

Macau Health Bureau (SSM) urges high-risk groups to get COVID-19 jab

 jun26

Considering that severe paediatric cases have been reported in neighbouring regions and the COVID-19 situation in Macau has recently become more active, the Health Bureau (SSM) urges high-risk groups to receive the LP.8.1 COVID-19 vaccination, including the elderly, those with chronic illnesses, and immunocompromised persons, according to a SSM statement yesterday.

Residents can make a vaccination appointment by the link: https://eservice.ssm.gov.mo/covidvacbook

As taking antiviral drugs within five days of symptoms onset can effectively reduce the risk of severe illness and death, the bureau urged residents in a statement that those infected should seek medical attention promptly and use antiviral drugs.

According to the statement, in Macau, COVID-19 cases typically peak every five to six months. After the previous peak subsided in early June last year, the virus remained at low levels for about a year. However, according to laboratory surveillance data, the recent positivity rate for COVID-19 tests in Macau has been rising continuously. 

The statement pointed out that in the last week (Week 24 of this year), the positivity rate reached 17.0 percent, exceeding the alert threshold of 14.5 percent and marking a significant increase from 6.8 percent in Week 23. 

The Health Bureau said it expects the virus to remain active in the coming weeks. Since last month, Macau has recorded 68 clusters of influenza-like illness; two recent clusters, both occurring in care homes, were caused by COVID-19, the statement said.

High-risk individuals who develop fever or respiratory symptoms suggestive of COVID-19 are advised to take rapid antigen tests promptly. If positive, they should seek medical care at hospitals or health centres as soon as possible to obtain antiviral drugs, the statement said, adding that the Health Bureau has already provided appropriate medical services, including antiviral prescriptions for eligible individuals in care homes affected by the recent clusters, in accordance with its support mechanism.

The statement pointed out that so far this year, Macau has not recorded any severe or fatal COVID-19 cases. 

The statement noted that the LP.8.1 vaccine* currently provided by the Health Bureau offers good protection against the circulating variants and can effectively reduce the risk of severe illness and death. 

https://www.macaupostdaily.com/news/28548

Friday, February 13, 2026

Macau atinge segundo maior PIB per capita da Ásia em 2025 (10,4% menor do que em 2019)

 fev26

O PIB de Macau em 2025 atingiu 418 mil milhões de patacas (43,8 mil milhões de euros). Isto significa que a economia local é ainda 10,4% menor do que em 2019, antes do início da pandemia.

Apesar de ter crescido pelo terceiro ano consecutivo — graças ao fim das restrições impostas devido à pandemia — o PIB per capita do território permanece muito aquém do recorde de 705.535 patacas (73.907 euros) fixado em 2014.

Depois de crescer 8,8% em 2024, a economia de Macau — capital mundial do jogo e único local na China onde este é legal — desacelerou para uma expansão de 4,7% no ano passado, sustentada sobretudo pelos casinos.

https://observador.pt/2026/02/13/macau-atinge-segundo-maior-pib-per-capita-da-asia-em-2025/?utm_campaign=immediate&utm_content=article&utm_medium=email&utm_source=observador_alerts

Friday, March 28, 2025

TRabalhadores das plataformas

 

Limites do trabalho

No dia 17 de Março, o Departamento de Censos e Estatísticas de Hong Kong divulgou dados que mostram que aproximadamente 12.900 pessoas trabalharam em plataformas digitais de entrega de alimentos e outros bens durante o último ano.

52,5 por cento destes trabalhadores têm entre 15 e 39 anos, mais de metade tem menos de 40 e 24,2 por cento mais de 50 anos. 64.7 por cento dos inquiridos afirmaram que este trabalho é a sua principal fonte de rendimentos, 61 por cento recebe menos de 5.000 dólares de Hong Kong (HKD) por mês e 37.1 por cento ganha mais de 15.000 HKD mensais.

53.9 por cento trabalham menos de 44 horas por semana, 24.9 por cento mais de 44 horas semanais e 21.2 por cento destes trabalhadores declaram não ter horário fixo. 68.6 por cento trabalham apenas para uma plataforma de entregas a cada dia.

91.3 por cento dos inquiridos dizem ter começado a trabalhar neste ramo por ser de fácil ingresso, ter um método de trabalho flexível e por terem um grande controlo sobre os métodos e procedimentos. 98.2 por cento afirmam ter mais campo de manobra para equilibrar o trabalho com a vida pessoal. 45 por cento sentem-se atraídos por este trabalho devido ao salário.

Outros dados emitidos anteriormente pelo Governo de Hong Kong mostram que o salário médio destes trabalhadores foi de 22.000 USD entre Outubro e Dezembro de 2024. Em comparação, apenas 37,1 por cento ganham mais de 15.000 USD, o que mostra que recebem geralmente salários inferiores à média.

Os empregados de escritório em Hong Kong trabalham geralmente das 9h às 18h durante a semana e mais quatro horas aos sábados, o que significa um total de 49 horas de trabalho semanal. Excluindo a pausa de uma hora para almoço de segunda a sexta-feira, faz exactamente 44 horas. Como 53,9 por cento dos distribuidores trabalham menos de 44 horas semanais, é razoável que seus salários sejam inferiores à média do mercado.

98,2 por cento das pessoas que fazem entregas afirmam fazer este serviço por lhes dar mais espaço para equilibrar o trabalho com a vida familiar. Isso demonstra que a nova geração presta mais atenção ao equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, um fenómeno diferente do “tele-trabalho” que surgiu durante a epidemia. O “tele-trabalho” significa trabalhar a partir de casa pelo que é difícil avaliar o limite entre o trabalho e a vida familiar. Como as pessoas que trabalham em plataformas de entrega podem controlar o seu horário de trabalho, o problema de definir a fronteira entre o trabalho e o lazer é muito reduzido.

Os três principais limites que definem o exercício das funções laborais são psicológicos, temporais e físicos. Os limites psicológicos são regras criadas por indivíduos que determinam pensamentos, comportamentos e emoções específicas, o que significa que se deve ter uma atitude racional quando se trabalha e uma atitude emocional quando se está em família. Limites de tempo significam definir horários de trabalho, desligar das funções fora desse horário e, dedicar esse tempo extra laboral à casa e à família. O limite físico é definido pelo local de trabalho. Quando se vai para o escritório vai-se trabalhar, quando se sai o trabalho terminou. Os dados estatísticos das plataformas de entrega mostram que as pessoas escolhem colaborar com eles principalmente por terem mais espaço para controlar o seu horário e modelo de trabalho. Este fenómeno indica que a nova geração valoriza a existência de limites ao tempo laboral e, em termos de limites psicológicos, procura ter mais controlo sobre o seu trabalho.

Na era pós-epidemia, é dada maior importância ao equilíbrio entre carreira profissional e família. A teoria dos limites ajuda as empresas a compreender e gerir melhor as fronteiras entre trabalho e família, alcançando assim um melhor equilíbrio e permitindo que a qualidade de vida dos trabalhadores melhore.

Em Hong Kong, os distribuidores das plataformas de entrega ganham menos. Embora tenha uma noção melhor dos limites do trabalho e uma vida familiar mais feliz, os bens materiais que podem dar à família são limitados. Estes trabalhadores precisam que alcançar o equilíbrio entre a vida familiar e os bens materiais. Do ponto de vista empresarial, dar mais espaço e flexibilidade aos trabalhadores, bem como fronteiras mais amplas, irá ajudar a recrutar uma nova geração de funcionários.

https://hojemacau.com.mo/2025/03/25/limites-do-trabalho/

Tuesday, February 18, 2025

Imobiliário

 fev25

Setor imobiliário em crise pede nova estratégia do Governo

O mercado imobiliário de Macau atravessa a sua pior fase em 40 anos, afirma o presidente da Associação dos Empresários do Setor Imobiliário de Macau, Ung Choi Kun. Ao nosso jornal, o empresário pede que o Governo ajuda através de mais venda de terrenos e na construção de novas habitações

  Viviana Chan e Nelson Moura
 

Desde a pandemia que o setor imobiliário mostra dificuldades em estabilizar, com o preço do metro quadrado para a habitação a cair 17 por cento desde o último trimestre de 2019, de acordo com a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC). Porém, se juntarmos à equação o preço das instalações comerciais e industriais, a queda sobe para 26,7 por cento.

O empresário e ex-deputado, Ung Choi Kun, alerta que o volume de transações de propriedades na RAEM encontra-se no nível mais baixo das últimas quatro décadas e, portanto, está na altura de o Governo adotar medidas que “impulsionem a renovação urbana e restaurem a confiança dos investidores”.

Segundo Ung, a atual crise começou devido a múltiplos fatores, incluindo o desequilíbrio entre oferta e procura, o fraco desempenho da economia, e a falta de confiança dos compradores. “A oferta superou em muito a procura. Foi um erro grave cometido pelo Governo anterior, com políticas que resultaram na queda dos preços”, explica.

O Governo precisa de tomar a iniciativa na venda de terrenos e na construção de novas habitações, permitindo que os residentes de áreas mais antigas se mudem para novos empreendimentos
Ung Choi Kun, presidente da Associação dos Empresários do Setor Imobiliário de Macau

Entretanto, a desaceleração da economia global, a subida das taxas de juro e as mudanças nas cadeias de fornecimento de tecnologia e materiais de construção agravaram a falta de confiança entre os investidores. Segundo dados apresentados por Ung, o volume de transações no mercado imobiliário de Macau registou uma queda drástica, representando atualmente apenas 20 por cento do que foi observado no pico do setor, há dez anos.

O baixo volume de negócios leva o empresário a estimar uma desvalorização real de cerca de 50 por cento nas últimas quatro décadas. “Os edifícios antigos, com 40 ou 50 anos, perderam valor e continuam a gerar ativos negativos. O mesmo acontece com os edifícios industriais e de escritórios, que já não conseguem atender às necessidades das indústrias modernas.”

Dados publicados pela Direcção de Serviços e Finanças (DSF) e consultados pelo PLATAFORMA demonstram uma queda acentuada nos últimos 15 anos em transações de habitações residenciais. Em 2010, foram registadas cerca de 15.777 transações, um número que caiu para apenas 3.057 em 2024 – uma redução de 80,7 por cento.

Quanto à venda de edifícios comerciais ou de escritórios, a DSF não providencia informações específicas, no entanto, a imobiliária JLL tem oferecido atualizações regulares. Na mais recente, a empresa indicou que o volume de vendas de escritórios caiu para números “observados pela última vez há uma década”, devido à combinação de uma taxa de desocupação crescente e de taxas de juro elevadas. No mesmo período, o mercado imobiliário comercial assistiu a um aumento na “libertação de ativos desvalorizados para venda”, incluindo muitas propriedades de retalho em “distritos turísticos e bairros comunitários”.

Mão amiga do Governo

Para reverter esta situação, Ung defende que o Governo deve liderar o processo de renovação urbana e impulsionar projetos de desenvolvimento integrado. “O Governo precisa de tomar a iniciativa na venda de terrenos e na construção de novas habitações, permitindo que os residentes de áreas mais antigas se mudem para novos empreendimentos. Isso não só estimularia a renovação urbana, como também fortaleceria o mercado financeiro”.

O empresário propõe também que o Governo acelere a implementação da estratégia ‘1+4’, que prevê o desenvolvimento de polos integrados nos setores MICE, comércio, desporto e produção audiovisual, que diz poder ajudar Macau a reforçar a sua competitividade internacional e a diversificar a economia.

Relativamente à evolução dos preços dos imóveis, Ung acredita que a recuperação do mercado dependerá da capacidade do Governo em restaurar a confiança dos cidadãos e dos investidores. “Se o Governo apresentar diretrizes claras sobre a política imobiliária nas próximas Linhas de Acção Governativa e adotar medidas concretas em áreas como a residência por investimento e a atração de talentos, o mercado pode começar a recuperar a partir do seu ponto mais baixo”.

De qualquer maneira, o empresário diz que não há necessidade de “pessimismo excessivo”, dado que o mercado imobiliário de Macau ainda possui vantagens únicas face ao da China Continental.

Macau tem uma população reduzida e se conseguirmos facilitar a mobilidade dos estudantes universitários, o preço dos imóveis pode subir.” No entanto, avisa que a única forma de garantir um setor imobiliário sustentável a longo prazo será mediante um plano abrangente de renovação urbana, que melhore a qualidade dos imóveis e contribua para o objetivo de tornar a cidade num centro mundial de turismo e lazer.

Rendas no sentido inverso

Não obstante, o cenário negro no mercado de compra e venda não se observa no mercado de arrendamento, em crescimento no último ano. Apesar do preço por metro quadrado ainda estar longe das 163 patacas que se pagava em 2019 – a descida atual é de 19 por cento –, entre finais de 2023 e o terceiro trimestre de 2024 o preço subiu 3,79 por cento.

Os preços podem voltar a descer, afirma Ung, justificando essa tese com a possibilidade de o desenvolvimento de Hengqin incentivar mais residentes a mudarem-se para a Zona de Cooperação Aprofundada. Porém, avisa que a recuperação económica e restauração da confiança no mercado podem levar ao aumento das rendas. Mais uma vez, olha para a mobilidade dos estudantes universitários como um fator que pode levar ao aumento dos preços.

https://www.plataformamedia.com/2025/02/14/setor-imobiliario-em-crise-pede-nova-estrategia-do-governo/

Wednesday, May 22, 2024

Proxima epidemia?

 may24

China’s top Covid expert says climate change could spark the next pandemic

  • The “reservoir of bacteria and viruses is expanding as the Earth warms,” says infectious diseases expert Zhang Wenhong
  • Zhang has gathered a multidisciplinary team of experts together to figure out how the next global pandemic should be tackled
  • The director of China’s National Medical Centre for Infectious Diseases is now studying climate change’s impact on the mutation and spread of pathogens with the aim of predicting and preparing for the world’s next major pandemic.

    Zhang Wenhong, who became a household name in China during the Covid-19 pandemic, told the South China Morning Post that the “reservoir of bacteria and viruses is expanding as the Earth warms.”

    He used mosquito-borne dengue fever as an example, noting that the viral infection was spreading north from China’s more tropical areas and into the Yangtze River Basin as the mosquito habitats grew.

    [See more: A top health researcher says Covid-19 did not originate in a Wuhan lab]

    Zhang recently embarked on a new project that brings together a wide range of experts in scientific fields and public policy together to pursue research at the University of Hong Kong.

    “Infectious disease experts and microbiologists can work with environmental experts and climate experts to conduct in-depth research on climate change and infectious diseases together,” Zhang said.

    He added that discussions would be held with international experts in the second half of this year. The physician noted that science “from different angles and levels” was needed when coming up with strategies to manage diseases. “The work we are doing now is actually for the next pandemic,” he said.

    https://macaonews.org/news/greater-china/climate-change-next-pandemic-pathogens-viruses-bacteria/

Friday, March 8, 2024

recomendações FMI (MAR24)

 Mar24

A economia de Macau deverá crescer 13,9% este ano, estima o Fundo Monetário Internacional, apontando que, em 2025, o PIB deverá voltar ao nível registado antes da pandemia. O organismo internacional considera que o “ritmo desigual” de recuperação dos sectores jogo e não jogo carece de um “apoio contínuo” do Executivo. Refere também que a médio prazo a prioridade deve ser a diversificação económica, e, para isso, Macau precisa de “reformas abrangentes” quanto à integração na Grande Baía. Por outro lado, o aumento da produtividade está, em parte, dependente da digitalização e da inovação, com o FMI a defender ainda a simplificação dos processos de recrutamento de trabalhadores do exterior

 

https://jtm.com.mo/local/ritmo-desigual-de-retoma-dos-sectores-exige-apoio-continuo-governo/

O Governo de Macau deve adoptar um “ritmo mais lento” na consolidação orçamental para apoiar os sectores não relacionados com o jogo e “reforçar a sustentabilidade do crescimento a médio prazo”, considera o Fundo Monetário Internacional, defendendo o aumento das despesas públicas, cujo nível em relação ao PIB é “baixo”, não chegando a metade da média da OCDE. Segundo a instituição, as autoridades da RAEM indicaram que os recursos financeiros poderão ser “reafectados” durante uma “revisão semestral do orçamento”, caso o excedente orçamental supere as previsões iniciais

https://jtm.com.mo/local/fmi-insta-raem-rever-politica-orcamental/